segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Dia do quadrinhos Nacional com a Usina Coletiva

No dia 30 de Janeiro deste ano, foi o dia do Quadrinho Nacional e o dia da exposição da Usina Coletiva. Nesse dia estive presente com Arnaldo Luiz e vimos a exposição, além de velhos amigos e também tivemos a oportunidade de fazer novos amigos.

Ao lado de Lailson de Holanda

Participei desta exposição com uma página do Themys (criação minha e de Mauro Barbieri - SP), que na publicação anterior falei sobre o processo criativo de um dia para fazer essa página exposta.


Parabéns a todos que juntos fazem a Usina Coletiva. Porque juntos somos mais fortes.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Processo criativo da hq de Themys para exposição


Rascunho de 5 minutos de um hq de uma
página de Themys - a justiça usa máscara
O tempo para mim é algo sempre escarço. Mas sabendo de um exposição que vai haver aqui em Recife organizada da Usina Coletiva (depois falo mais sobre a Usina Coletiva) eu comecei a pensar em algo para escrever e desenhar, com uma página, que é um dos critérios, ter uma página.Logo pensei no personagem que criei ao lado de Mauro Barbieri (SP), o Themys que lançamos na Prismarte #62.

Então na manhã do dia 18/01/2017, onde fiquei sem energia elétrica em meu escritório (home office), aproveitei para fazer um rascunho de caneta esferográfica (para não dizer a marca :) ) desta história inédita para exposição. Depois de um rascunho de 5 minutos já fui desenhando o que será minha primeira história em quadrinho pronta do ano.

No ano passado(2017) só conseguir produzir duas hqs, uma já lançada no especial da Prismarte 25 anos do Amaro Camarajipe, de Marcelo Schmitz, artefinalizado por Arnaldo Luiz, e uma do Themys que ainda está em fase final, que também está sobre a finalização do Arnaldo.

Por enquanto está no lápis, mas já estou fazendo a arte-final, depois publico o resultado final.

Primeira linha da hq de uma página de Themys para exposição.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Victor de La Fuente, uma homenagem a esse grande autor

No mês passado, ou no ano passado (dezembro/2017), na banca do nosso querido Odin (Banca Guararapes - Av. Guararapes, s/n - Recife - PE) encontrei uma edição de Tex - Arizona em Chamas, escrita por Nizze e desenhada por Victor de La Fuente (ainda da editora Globo), que me deu um certa curiosidade de possui-la. Por dois motivos:

Primeiro por que gosto de Tex, fui colecionado quando comecei a ler quadrinhos. Depois, encantado com o universo se super-heróis, troquei a coleção de Tex por Marvel da editora Abril.

O segundo motivo é que sempre admirei a arte de Victor de La Fuente.

O conceituado desenhador espanhol Victor De La Fuente (considerado por muitos como um dos melhores de todos os tempos a nível mundial) dia 2 de julho de 2010, aos 83 anos na localidade francesa de Le Mesnil Saint Denis, onde residia há quase 4 décadas, depois de largos anos de doença, conforme relatado pela Federación de Instituciones Profesionales del Cómic (Ficomic), organizadora do Salón del Cómic de Barcelona.

Da sua carreira profissional destacam-se trabalhos como “Los Gringos“, “La siberiana” e “Los Ángeles de acero“, além de ter realizado adaptações em quadradinhos da história da França e de conhecidas obras literárias.

Desenhos que fiz de Tex em homenagem a Victor de Lá Fuente
Em 2006 recebeu o Gran Premio del Salón Internacional del Cómic de Barcelona, como reconhecimento de uma longa carreira artística. Também recebeu uma última e inesperada homenagem com a edição “Diario de guerra: Víctor de la Fuente“, um livro que recupera quatro histórias inéditas do mestre de traços profundos que também foi um dos grandes mestres que trabalharam em Tex, sendo inclusive o primeiro estrangeiro a ter essa honra.

E me aprofundado mais em Victor de La Fuente, relembrei obra que já li com o seu personagem Haggard, dscobri que ele fez um obra de um gênero dos quadrinhos que muito me interessa aprender, o gênero de guerra, na Obra Diário de Guerra, assinado por Victor de La Fuente (há outros autores nessa coleção, como Hugo Pratt e outros)

Além o roteiro de Nizzi é muito bom! Ele mergulha no clima da descriminação racial aos índios que assolava no Arizona, como sempre com a ajuda da impressa intolerantes e funcionários governamentais também da mesma forma. Umas das exceções, fora Tex e Kit, é um funcionário visionário chamado Adams, que tinha planos justos para os apaches.

Desta feita, lendo essa grande obra, deixo aqui minha homenagem ao Victor de La Fuente, onde fiz uma modesta arte no grafite de Tex hoje pela manhã (na data deste post), em homenagem.



sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Nas bancas, quase só tem relançamentos... mas e a Prismarte (06/Julho/1992)

Acervo de Jornal que publiquei hoje no site da Prismarte
Com esse títulos "Nas bancas, quase só tem relançamentos ", o artigo de Danielle Romani, foi publicado no Jornal do Commercio em 06 de Julho de 1992, e 25 anos depois, estou, agora, separando para o acervo do site da Prismarte na seção na NA MÍDIA. Eu ia escrever sobre um edição do Tex gigante, com a arte de La Fuente que comprei essa semna na "Banca de Odin" (Banca Guararapes)e ainda vou escrever, mas não agora. Via ficar para próxima.

Descobri essa cópia de um do artigo de Jornal, em minhas bugigangas e percebi que não havia posto nos acervos. Mas agora está lá. Quem quiser olhar todo o acervo é só acessar: https://prismarte.com.br/na-midia/jornais/

Algumas coisa precisam ser comentadas. A primeira delas é agradecer a prontidão de Danielle Romani, em uma época que, ainda assim tinha acontecido um Boom do quadrinhos no Brasil e no mundo, ela encontrou espaço para Pernambuco no mundo dos quadrinhos. Até hoje sou grato.

Também destaco a participações desta edição, a começar pelo convidado Edgard Guimarães, uma das minha espirações para continuar publicando. Edgard para quem não conhece é editor do eterno Q.I. (Quadrinhos Independentes). E essa coisa de independência, esta enraizado no meu sangue (revolução de 1817), não sei se é porque sou pernambucano, mas a Prismarte representa isso. Edgar escreveu essa hq O Lobsomen, especialmente para essa edição da Prismarte e nosso e meu amigo, Arnaldo Luiz desenhou também com essa meta.

Entre os participantes desta edição Arnaldo Luiz é o mais bravo entre nós. Ele é o que mais produziu quadrinhos na PADA/Prismarte, e acho que até mesmo em nosso Estado, mesmo que informalmente, em um alternativo como a Prismarte. Ele merece e tem todo meu respeito. E a versatilidade de Arnaldo é citada por Danielle, para não pensar que é "rasgação de seda de minha parte". Até porque além da hq de capa, O Lobsomem, ele desenhou uma hq do MinoTauro e O Processo nessa mesma edição.

Outra participação foi de Marcelo Schimitz em a sátira do Homem que não viu o Disco Voador, que foi uma obra que antecipou sua participação com Amaro Camarajipe na edição que ainda estava por vir.

E por fim Alexandre de Freitas, que foi o editor da revista Croquis impressa em off-set e muitas inovações que viria fazer na PADA com sua dinâmica presença, escrevendo o Regresso que eu desenhei e meu irmão Marco Marins artefinalizou.

Um boa lembrança que como sempre eu digo, fico muito grato a Deus por tanta ousadia.


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Severino, um herói diferenciado

No período que estive no 2ª Norte Geek Paulista - PE, me lembrei do personagem de Bruno Alves, o Severino. Gosto deste personagem porque segue o viés do Kick Ass, onde um norte americanos reinventa e viraliza(torna viral) o super-heróis e trás para a realidade.

Sendo Severino um simples trabalhador da construção cível, que sai as ruas com suas ferramentas de trabalho, em busca de bandidos que comete crimes pelas ruas do Recife, o torna um herói dos dias atuais. Isso que simpatizo em personagens como ele, a simplicidade que pode ser importantes para criar aventuras inusitadas e bem diferentes, dos clichês, onde sabemos tudo o que vai acontecer.

Nesse dia eu e Arnaldo, fizemos uma ilustração do Severino, em lembrança da primeira e única vez que foi publicado pela PADA,  nas primeiras edições da Prismarte #3 e #4 de 2003, na hq com clima de aventura, ação e umas doses de humor, assim foi feita a“Punk-rock-hardcore é do…“ sob o roteiro de Bruno Alves e desenhos de Arnaldo Luiz..

O personagem sendo quase todo original, ao menos por seu persistente corte de cabelo tipo Wolverine, sua história trouxe situações inéditas aos quadrinhos pernambucano, quando pela primeira trouxe para os quadrinhos um banda de rock para dentro de uma história em quadrinhos, que foi a banda Devotos do Ódio (hoje chamada só Devotos), cujo o vocalista é o Canibal, do Alto José do Pinho(Recife-PE). O lançamento acontece on-line em bate papo na internet entre o Canibal e os seus fãs e os leitores e fãs de quadrinhos, foi patrocinado pela Banca Globo, de Zeca do Patrocínio.

Desenho do Severino de Bruno Alves feito por mim (Milson Marins)

Versão do Severino de Arnaldo Luiz, que desenhou a história que foi publicada na Prismarte #3 e 4 de 2003

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Presença na Segunda Norte Geek em Paulista - PE, ilustrações e conchavos para 2018

Arnaldo Luiz e Israel Pereira na 2ª Norte Geek
No dia 02 e 03 de Dezembro aconteceu a 2ª da Norte Geek, Shopping Norte Janga, capitaneada por Cláudio Marinho e Levy Andrade. O evento teve a participação de vários quadrinhista e ilustradores e quadrinista pernambucanos como Marcio Saback, Pedro Ponzo, Rafael Anderson (Go Panda), Adriano dos Anjos, Roberta Cirne, Glaydson Gomes, Arnaldo Luiz, Israel dos Santos e eu (Milson Marins) entre outros que lá chegaram.

Na ocasião aproveitamos para estreia e lançar As Aventuras do Zé Coruja #06, que é a última de 2017. Inauguramos o display gigante (1.4 metros) do Zé Coruja em nosso mesa, com  nossos ilustres amigos das artes.

Também esteve presente a Orbita Geek, com direção de Antognniony Rodrigues, que é transmitido pela TV Nova Nordeste, que cobriu todas as etapas do evento, com seu dinâmico e bom humor habitual..

No dia teve, Oficinas, Lojas Geeks, e Beco dos Artistas, Concurso de Cosplayers e caricaturas ao vivo , entre outras atividades.

Nos intervalos fizemos algumas ilustrações e conchavos com os artistas presentes, o que significa que em 2018 teremos novidade.

Além do bons diálogos, ilustrações, a troca de suvenirs, é um ponto importante em encontro de autores, onde descobrimos outras formas de uso da linguagem dos quadrinhos impressas. Destaco as obras "Telefone sem fio" e "Saltou" de Rafael Anderson por ele produzido. Que são livrinhos que a leitura acontece ao desdobramento do folder.




Nesses dias, nos momentos de ócios e calmaria aproveitamos para para fazer umas ilustrações. Entre outras ilustrações uma cena da Segunda Guerra e algumas ilustrações do personagem de Bruno Alves, O Severino, feita por mim e Arnaldo Luiz.

Sobre Bruno Alves e o se persoangem Severino, depois faço uma publicação a parte, porque tem muito o que se dizer sobre o assunto.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Themys - a justiça tem nome, em fase de arte-final

Últimos quadros da segunda história da série Themys. Nestas cenas finais Themys foge do aeroporto de Brasilia.
Em meio as obrigações do trabalho, dedicação as publicações, consegui finalizar minha segunda história em quadrinhos esse ano. Apesar de está esperando a arte final, que possivelmente será de Arnaldo Luiz, que previamente já "contratei".

A história é a segunda parte da série Themys - a justiça tem nome, cuja segunda hq da série foi desenhada por mim. São 14 páginas, que continua a busca de Themys pelos maiores políticos corruptos do Brasil. E nessa história vai em busca do maior politico corrupto do Brasil, Paolo Maraf, mas ao mesmo tempo sendo rastreado por dois agentes da Policia Federal, Marcel e Jennifer. Os federais, em meio a deduções, finalmente encontra Themys, depois de meses sem sua aparição.

Quem é Themys?

A histórias de Themys, se passam num passado recente (pelo menos até a publicação deste artigo é recente), onde o cenário é a Lava Jato e a ameaça do governo da presidente e surge estranhos assassinatos a políticos e empresários envolvidos em corrupções. A primeira vitima é um juiz do supremo, que liberava resultados contraditórios a justiça. A Policia Federal investiga esse crimes, mas em meio as mobilizações de contingente para a Lava Jato, Marcel e Jennifer são escolhidos para essa investigação. Os dois investigadores chegam a uma conclusão que o mascarado (Themys) tem como prioridade, eliminar políticos e empresários envolvidos profundamente em corrupção. Não sei se esse ano conseguimos publicar essa segunda história na Prismarte, mas creio que deixaremos pronta e já vamos partir para e terceira história que trará muita novidade.

Agora é só tocar para frente outro projeto de quadrinhos e publicações que estão na fila de produção e esperar a arte-fina de Arnaldo Luiz. Além de seguir a série com a terceira história, que vamos definir quem desenhará.

Até a próxima.

PRISMARTE # 61- CUIDADO CORRUPTOS, CHEGOU THEMYS

Nessa edição da Prismarte o destaque é Themys personagem criado por Mauro Barbieri(SP) e Milson Marins(PE), depois de uma conversa em uma desta plataforma de mídia social, em 2014, nos ecos da crise moral da política nacional, num mar de corrupção sem fim, surge Themys. Nesta edição piloto da série, a história Themys – A justiça usa máscara, escrita por Milson Marins e desenhada por Mauro Barbieri e Alan Frost, é pura ação e indignação, que se desenrola em 17 páginas. Nada se sabe sobre esse mascarado, que desfere um duro golpe nos políticos e empresários corruptos, mas é aqui que inicia uma saga que vai contar a história desse momento do Brasil, em busca de fazer justiça onde a justiça não pode alcançar. Por isso vamos contar a história deste momento a partir em 2015.

Pedidos pela bookess: http://www.bookess.com/read/27558-prismarte-61-setembro-2016/